Pedro Armestre e Mario Gómez/Greenpeace
Montagem mostra Previsão do rio Ebro,em Zaragoza (Espanha) seco.
Começa hoje a 15ª Conferência das Partes da Convenção de Mudanças Climáticas da ONU, ou simplesmente COP15, em Copenhague, Dinamarca. O desafio é estabelecer metas para a redução das emissões de gases causadores do efeito estufa.
É cedo para dizer se haverá avanço, mas vale destacar o lado positivo da pressão mundial que levou as duas maiores potências atuais, EUA e China, a apresentarem propostas para reduzir suas emissões.
Para a ex-ministra do meio ambiente, Marina Silva, "a revisão inicial das posições contrárias à apresentação de metas" já é um avanço. Em notícia publicada no portal do Estadão, ela afirma que a apresentação de metas pelos maiores poluidores globais potencializa a busca por soluções.
Começa hoje a 15ª Conferência das Partes da Convenção de Mudanças Climáticas da ONU, ou simplesmente COP15, em Copenhague, Dinamarca. O desafio é estabelecer metas para a redução das emissões de gases causadores do efeito estufa.
É cedo para dizer se haverá avanço, mas vale destacar o lado positivo da pressão mundial que levou as duas maiores potências atuais, EUA e China, a apresentarem propostas para reduzir suas emissões.
Para a ex-ministra do meio ambiente, Marina Silva, "a revisão inicial das posições contrárias à apresentação de metas" já é um avanço. Em notícia publicada no portal do Estadão, ela afirma que a apresentação de metas pelos maiores poluidores globais potencializa a busca por soluções.
Apesar do aspecto positivo de apresentar metas, as propostas das duas potências são consideradas insuficientes. Enquanto a China se compromete a reduzir suas emissões entre 40% e 45%, os EUA se comprometeram em reduzir 17% - sempre com data limite de 2020 e cálculos de redução com base nas emissões de 2005.
O Brasil leva metas de corte de gases do efeito estufa entre 36% e 39%.