A idéia do projeto Playing for Change é até que simples: viajar o mundo para gravar a mesma canção com artistas de nacionalidades distintas. Na edição final, tem-se uma única faixa cantada por representantes de culturas tão diferentes quanto moradores de metrópoles, de tribos indígenas, de vilas africanas e das montanhas do Himalaia. O objetivo é provar, por meio da música, que a paz e a tolerância entre as culturas são, sim, possíveis.
O projeto começou em Santa Monica, na Califórnia, com a gravação da música “Stand by me” na voz do artista de rua Roger Ridley. A partir daí, a equipe do projeto pegou a estrada. Ao final, mais de 35 artistas de lugares como New Orleans, nos EUA, Moscow, na Rússica, e Kinshasa, no Congo, contribuíram para a faixa, registrada no vídeo abaixo.
De lá para cá, já foram gravadas outras seis canções, todas disponíveis no site do projeto. São, sem dúvida, uma aula e tanto de harmonia.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Aula de harmonia
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Máfia sustentável
Matéria publicada na edição do dia 5 de maio do jornal Financial Times revela que a Máfia italiana se modernizou. Agora investe pesado, quem diria, no tão incentivado mercado de energias renováveis, na Sicília.
De acordo com a reportagem, os magistrados investigam, na chamada "Operação Vento", o setor de energia eólica, suspeito de envolvimento com o crime organizado.
O jornal descreve que o interesse pelo negócio acontece devido aos subsídios italianos e da União Européia para a construção de usinas eólicas, com altos índices de garantia de investimento – de US$ 240 por quilowatt/hora para a eletricidade produzida.
Após a construção, que acreditam envolver autoridades locais, empresários e quadrilhas da região, as usinas eólicas seriam vendidas, com alto lucro, para companhias multinacionais.